As implicações da reprodução assistida na constituição subjetiva infantil

Camilla Baldicera Biazus, Andressa Botton, Andréa Faccini, Graziela Oliveira Miolo Cezne

Resumo


Os papéis ocupados pelas mulheres no âmbito pessoal e profissional sofreram significativas mudanças sócio-culturais nas ultimas décadas, ocasionando o adiamento da maternidade e um declínio das taxas de fecundidade. Consequentemente, há um aumento na procura por técnicas de reprodução artificial, que, de descoberta recente, não permitem um distanciamento histórico para avaliar as implicações na subjetivação das crianças concebidas através delas. Esse estudo busca, então, refletir sobre a procura por essas tecnologias e analisar seus prováveis efeitos na subjetividade infantil. Para isso, foi realizado um ensaio teórico sobre o tema, utilizando-se o referencial da psicanálise. Assim, pode-se pensar que essas técnicas vêm ao encontro do discurso do imediatismo contemporâneo, podendo constituir sujeitos sem limites, que nascem como esperança do gozo de seus pais.

Palavras-chave


Técnicas de reprodução assistida; desejo materno; subjetividade infantil

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DOI: https://doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v1n2p201-209

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