Verificação da qualidade dos blocos cerâmicos conforme NBR 15270 comercializados em Santa Catarina

Silvio Edmundo Pilz, Roberto Carlos Pavan, Mário Gilsone Ritter, Endriana Kirschner Cavalheiro, Matheus Vieira Narciso

Resumo


A melhoria da qualidade dos blocos cerâmicos propicia a racionalização da utilização dos recursos naturais e energéticos, a redução de custos, minimizando desperdícios e a ocorrência de manifestações patológicas nas obras, diminuindo esta elevada competitividade. O presente artigo apresenta um resultado da avaliação da conformidade de blocos cerâmicos para alvenaria de vedação, certificados e não certificados, conforme as prescrições da NBR 15.270:2005, comercializadas na região de Chapecó. Os resultados obtidos demonstraram que os 10 fabricantes certificados e não certificados na região de Chapecó – SC, analisados conforme a norma os itens de identificação, características visuais, geométricas, físicas e características mecânicas tem muito que melhorar. Com relação às inspeções visuais, 30% das marcas avaliadas foram rejeitadas no quesito identificação e 70% no quesito características visuais. Quanto às inspeções por ensaios, a porcentagem de marcas rejeitadas quanto às características geométricas foi de 30%. Pode-se observar também que 40% dos blocos produzidos na região de Chapecó ficaram fora do limite normativo no quesito absorção da água, havendo também um grande número de unidades não conformes no quesito resistência mecânica (60% de rejeição), chegando a um resultado de apenas um lote aprovado em todos os quesitos analisados. Isto confirma a necessidade de investimentos em estruturas, tecnologias, técnicas, manuseio e maior grau de fiscalização nos lotes, e principalmente, as empresas compradoras exigirem o mínimo de qualidade, alcançando assim a excelência e otimização da qualidade dos blocos cerâmicos de vedação. Com a melhoria na qualidade do produto final e a total adequação à norma, espera-se que as empresas aumentem a competitividade entre si, fator que beneficia a qualidade do produto consumido e seu consumidor.


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DOI: https://doi.org/10.18256/2358-6508/rec-imed.v2n2p19-26

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ISSN 2358-6508

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