O significado do uso do salto alto no ambiente de trabalho

Suzie Terci Kaetsu, Anna Cristina Hanke Lachi, Olga Maria Coutinho Pepece

Resumo


Este artigo busca identificar aspectos simbólicos relacionados ao consumo dos sapatos de salto alto por mulheres em seu ambiente de trabalho. A metodologia foi pautada em design exploratório e contou com realização de grupo focal. Os resultados apontam o uso do salto alto no trabalho como uma forma de expressão pessoal e uma imagem de profissional respeitosa.

Palavras-chave


High Heel Shoes; Symbolic Consumption; Work Environment

Texto completo:

PDF

Referências


Bardin, L. (2011). Análise de Conteúdo. São Paulo: Ed. 70.

Barthes, R. (1979). Sistema da Moda. São Paulo: Companhia Editora Nacional (USP)

Baudrillard, J. (1973). O sistema dos objetos. São Paulo: Ed. Perspectiva.

Belk, R. (1988). Possessions and the Extend Self. Journal of Consumer Research, Vol. 15, p.139-168.

Bergstein, R. (2013). Do tornozelo para baixo: a história dos sapatos e como eles definem as mulheres. Rio de Janeiro, Casa das Palavras.

Bossan, M. (2007). Arte dele scarpe. Trezo: Gribaudo.

Brito, G. de A. (2013). Uma análise acerca da Hegemonia dos sapatos de saltos altos ao longo da História. 9º colóquio de Moda- Fortaleza (CE).

Cosgrave, B. (2000). The complete historyof costume &fashion: fromancientEgypttothe present day. New York. Checkmark Books.

Danesi, M. (2008). Of cigarettes, high heels and other interesting thing: an introducing to semiotics. New York, Palgrave MacMillian.

Gatti, B. (2012). Grupo focal na pesquisa em ciências sociais e humanas. Brasília: Ed. Liber Livro.

Gibbs, G. (2009). Análise de dados qualitativos. Porto Alegre, Artmed.

Jacobbi, P. (2009). Eu quero aquele sapato. Rio de Janeiro, Ed. Objetiva.

Lobach, B. (2001). Design Industrial. São Paulo, Blucher.

Lurie, A. (1997). A linguagem das roupas. Rio de Janeiro. Rocco.

Morris, P. H. et al. (2013). High heels as supernormal stimuli: How wearing high heels affects judgments offemale attractiveness. Evolution and Human Behavior, v. 34, 176–181.

Morton, C. (2008). Como andar de salto alto. Curitiba: Ed. Matrix.

Ramachandran. V. (2002). Fantasmas do Cérebro. São Paulo: Ed Record.

Sassatelli, R. (2007). Consumer culture. History, theory and politics. London: Sage.

Schor, J., & Holt, D. B. (2000). The consumer society reader. New York: New Press.

Seferin, M. T. (2012). Design, emoção e o calçado feminino: mulheres que amam calçados. Dissertação de Mestrado em Design. UFRGS. Porto Alegre.

Selltiz, C. et al. (1978). Métodos de pesquisa nas relações sociais. 2ª ed. São Paulo: EPU.

Solomon, M. R. (1983). The role of products as social stimuli: a symbolic interactionism perspective. Journal of Consumer Research, Vol. 10, dez.

Steele, V. (1997). Fetiche: moda, sexo e poder. Rio de Janeiro, Rocco.

Svendsen, L. (2010). Moda: uma filosofia. Rio de Janeiro: Zahar.

Tian, K., & Belk, R. (2005). Extended Self and the Possessions in the Workplace.Journal of Consumer Research, vol. 32, p.297-310, sep.

Van Der Linden, J. (2004). Ergonomia e design: prazer, conforto e risco no uso de produtos. Porto Alegre: Uniritter.

Walford, J. (2007). The seductive shoe: four centuries of fashion footwear. New York: Steward, Tabori & Chang.




DOI: http://dx.doi.org/10.18256/2237-7956/raimed.v5n3p269-276

Apontamentos

  • Não há apontamentos.






Revista de Administração IMED (RAIMED)               ISSN: 2237-7956                Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA/IMED)

Faculdade Meridional – IMED – www.imed.edu.br – Rua Senador Pinheiro, 304 – Bairro Rodrigues – 99070-220 – Passo Fundo – RS – Brasil Tel.: +55 54 3045 6100

 Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.