A arquitetura enxaimel: identidade, memória e dimensão patrimonial em Itapiranga/SC

Douglas Orestes Franzen, Simone Eidt, Daniele Tessing

Resumo


A colonização Porto Novo, atualmente os municípios de Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis, foi fundada em 1926 para ser uma área de povoação germânica e católica. Idealizada pela Volksverein, recebeu famílias das antigas colônias alemãs do Sul do Brasil, bem como de imigrantes da Alemanha. Nesse núcleo étnico e confessional se desenvolveram padrões de cultura e de formas de vida que constituíram um prospecto de identidade, dentre os quais, o presente artigo pretende analisar as formas de habitação colonial, mais precisamente a arquitetura enxaimel. Para tanto, o texto parte de uma análise bibliográfica e de uma pesquisa empírica para compreender de que forma essa técnica arquitetônica se formatou nessa colonização, bem como, propõe o desenvolvimento de um anteprojeto de um centro cultural enxaimel para o município de Itapiranga.  


Palavras-chave


Itapiranga, enxaimel, arquitetura

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DOI: https://doi.org/10.18256/2318-1109.2018.v7i1.2558

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ISSN 2318-1109

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